O meio rural deve ser um território continuo, geograficamente definido, incluindo espaços urbanos e o campo, caracterizado por critérios multidimensionais, como, a sociedade, cultura, economia, politica, instituições e uma população arrumada em grupos sociais distintos, que detenham bom relacionamento interno e externo de forma manter a coesão social, cultural e territorial.
Nos territórios rurais, para além da posse da terra e actividades agrícolas, deve – se intensificar a noção das potencialidades, da ruralidade, ou o valor que o ambiente rural ou natureza, tem para a sociedade contemporânea de génese urbana.
Os produtos de qualidade, a cultura, a paisagem, a biodiversidade, a lógica da família , a identificação com os ciclos da natureza.
A hospitalidade é uma característica que marca o meio rural, é uma valência marcante do meio rural, gera facilmente empatia para além da produção primária de bens alimentares.
Assim, as praticas culturais comuns no campo agricola, criação de animais, produção hortícola, frutas, vinho..., manifestações culturais, rotas temáticas dirigidas as estruturas agrícolas activas ou desactivadas mas reconvertidas, cobertas ou ao ar livre., uma rede de habitações para exploração turística, associada a uma gastronomia com um a ementa rural....de forma a serem importantes componentes de uma oferta de qualidade e diferente , num espaço rural aberto ao turismo.
Se as ajudas comunitárias e financeiras do QREN e PRODER, estiverem ao alcance dos pequenos e médios promotores, para que possam construir estruturas para produzir em pequena escala produtos natureza transformados, de fabrico artesanal, e criar uma variada oferta aos turistas.
Estes produtos natureza podem ser: licores , compotas, vinhos, conservas, queijos, produtos fumados, aguardentes de frutas, refeições com uma ementa incorporando produtos rurais do Oeste. O concelho do Bombarral, pode enquadrar – se facilmente nesta matriz orientadora , detém uma memória histórica ligada á produção de vinho, frutas e horticolas, que são uma ancora em reserva, para o presente e futuro.
A época das colheitas pode ser vivida de forma intensa, com alegria, as pessoas rurais ou urbanas manuseiam as uvas, peras, maçãs, pêssegos ... meloas, batatas, tomates, alfaces, feijão verde, morangos....em plena época de estio com temperaturas reconfortantes
Estas produções representam o trabalho dedicado e paciente como é a actividade agricola, de várias gerações, herdeiras de habitos e tradições que deram vida, a vinhos, frutas e horticolas de qualidade, cuja reputação e preços ao produtor, estão a uma escala abaixo das necessidades endógenas, espalhadas pelos quatro cantos do mundo. .
segunda-feira, 10 de maio de 2010
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
POLITICA AGRICULTURA e PESSOAS
A maioria das pessoas que vivem da produção agrícola em Portugal, em particular na região Oeste e no concelho do Bombarral, passam actualmente por momentos de profunda e depressiva angustia, estão gravemente pessimistas quanto ao seu futuro e das suas famílias.
Este problema social, gerado por politicas económicas subordinadas a um capitalismo cego, selvagem do ponto de vista humano, visando somente o lucro, que leva a que as microeconomias locais, não consigam concorrer com os grupos económicos ancorados nos circuitos da finança mundial, mandatária das politicas nacionais.
Assim; Portugal, como um aluno bem comportado, tem aprendido e antecipado a aplicação de todas as exigências por parte do capitalismo da U E, que visem destruir o sector primário, neste caso a agricultura portuguesa, só terá futuro, depois de ficar na posse de agricultores estrangeiros, construíram o Alqueva, mas quem vai usufruir da sua agua ?
Naturalmente, agricultores estrangeiros, beneficiando das ajudas financeiras comunitárias e dos países de origem, uma vez que os agricultores portugueses, como estão a definhar, passaram o anterior quadro comunitário de apoio, 4 anos, á espera de uma verdadeira politica agrícola, actualmente o novo QCA ou melhor PRODER já perdeu 2 anos,
assim quem pode ser gestor na Agricultura Portuguesa?
Assim voltamos á região Oeste, e começa – se a perceber, porque os alquevas, de Óbidos, Alvorninha, Sobrena, Atouguia da Baleia , tenham absorvido milhares de contos em estudos, que antecederam a sua construção, e somados os milhares depois de concluídas as obras , é fácil de dizer e ver, que foi uma engenharia dos agentes da politica nacional e regional, para se servirem dos dinheiros da agricultura.
Portugal desde sempre foi um pais rural, nunca teve uma politica de desenvolvimento agrícola, mas algumas micro – regiões contrariaram esta quase fatalidade.
Está neste caso o concelho do Bombarral. Ao longo dos ultimos dois séculos, devido a possuir um micro – clima propicio a produção de algumas culturas, território disponivel, aceitou de baços abertos migrantes, homens e mulheres, oriundos do sector primário, obrigados pelas vicissitudes da vida, a abandonarem o berço de origem, na procura de uma terra que garantisse as necessidades básicas , uma casa e alimentação para si e sua família.
Foram homens e mulheres que povoaram o território, através dos mais variados tipos de colaboração, com os locais, proprietários, rendeiros, caseiros, ou melhor com os detentores da terra, através da força braçal, as vezes com a ajuda de alguns animais desbravaram, matagais e silvados, abriram carreiros e serventias, construíram poços e fontanários.....com poucos meios contribuíram de forma decisiva para que o concelho do Bombarral, devido a sua vocação natural, se afirmasse como potência agrícola a nível nacional.
O vinho, o bacelo, os horticolas, e posteriormente a Pera Rocha, foram e são os principais contributos para a economia concelhia, desde logo se percebe a elevada dependência do emprego e do rendimento por capita concelhio, da vitalidade ou não, destes sub – sectores agrícolas.
Uma vez que o concelho do Bombarral, por falta de estruturas perde diariamente oportunidades de instalação de empresas e criação de novos empregos, não pode esquecer que as principais empregadoras concelhias, são as estruturas de armazenamento e comercialização de Pera Rocha, maçã, horticolas, bacelo e vinho.
Mas, a principal empregadora, a agricultura, está em crise, a sua falta de rendimento, arrasta o comércio, industria e serviços tradicionais, para uma crise económica e social sem precedentes nos tempos modernos, o que exige uma terapêutica politica – institucional, que respeite os velhos migrantes e os seus descendentes.
Este problema social, gerado por politicas económicas subordinadas a um capitalismo cego, selvagem do ponto de vista humano, visando somente o lucro, que leva a que as microeconomias locais, não consigam concorrer com os grupos económicos ancorados nos circuitos da finança mundial, mandatária das politicas nacionais.
Assim; Portugal, como um aluno bem comportado, tem aprendido e antecipado a aplicação de todas as exigências por parte do capitalismo da U E, que visem destruir o sector primário, neste caso a agricultura portuguesa, só terá futuro, depois de ficar na posse de agricultores estrangeiros, construíram o Alqueva, mas quem vai usufruir da sua agua ?
Naturalmente, agricultores estrangeiros, beneficiando das ajudas financeiras comunitárias e dos países de origem, uma vez que os agricultores portugueses, como estão a definhar, passaram o anterior quadro comunitário de apoio, 4 anos, á espera de uma verdadeira politica agrícola, actualmente o novo QCA ou melhor PRODER já perdeu 2 anos,
assim quem pode ser gestor na Agricultura Portuguesa?
Assim voltamos á região Oeste, e começa – se a perceber, porque os alquevas, de Óbidos, Alvorninha, Sobrena, Atouguia da Baleia , tenham absorvido milhares de contos em estudos, que antecederam a sua construção, e somados os milhares depois de concluídas as obras , é fácil de dizer e ver, que foi uma engenharia dos agentes da politica nacional e regional, para se servirem dos dinheiros da agricultura.
Portugal desde sempre foi um pais rural, nunca teve uma politica de desenvolvimento agrícola, mas algumas micro – regiões contrariaram esta quase fatalidade.
Está neste caso o concelho do Bombarral. Ao longo dos ultimos dois séculos, devido a possuir um micro – clima propicio a produção de algumas culturas, território disponivel, aceitou de baços abertos migrantes, homens e mulheres, oriundos do sector primário, obrigados pelas vicissitudes da vida, a abandonarem o berço de origem, na procura de uma terra que garantisse as necessidades básicas , uma casa e alimentação para si e sua família.
Foram homens e mulheres que povoaram o território, através dos mais variados tipos de colaboração, com os locais, proprietários, rendeiros, caseiros, ou melhor com os detentores da terra, através da força braçal, as vezes com a ajuda de alguns animais desbravaram, matagais e silvados, abriram carreiros e serventias, construíram poços e fontanários.....com poucos meios contribuíram de forma decisiva para que o concelho do Bombarral, devido a sua vocação natural, se afirmasse como potência agrícola a nível nacional.
O vinho, o bacelo, os horticolas, e posteriormente a Pera Rocha, foram e são os principais contributos para a economia concelhia, desde logo se percebe a elevada dependência do emprego e do rendimento por capita concelhio, da vitalidade ou não, destes sub – sectores agrícolas.
Uma vez que o concelho do Bombarral, por falta de estruturas perde diariamente oportunidades de instalação de empresas e criação de novos empregos, não pode esquecer que as principais empregadoras concelhias, são as estruturas de armazenamento e comercialização de Pera Rocha, maçã, horticolas, bacelo e vinho.
Mas, a principal empregadora, a agricultura, está em crise, a sua falta de rendimento, arrasta o comércio, industria e serviços tradicionais, para uma crise económica e social sem precedentes nos tempos modernos, o que exige uma terapêutica politica – institucional, que respeite os velhos migrantes e os seus descendentes.
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
A CÂMARA FUNCIONÀRIOS e MUNICIPES
O Bombarral tem potencialidades e ainda bem, mas tardiamente alguns começaram reparar que está bem localizado geograficamente, possui boas acessibilidades, está próximo de aglomerados urbanos e populacionais importantes, e está na rota de pólos de desenvolvimento turístico regional em crescimento, como as maravilhosas praias do Oeste, Óbidos, Alcobaça, Fátima e até da Serra do Montejunto.
Tem necessariamente de identificar as suas fragilidades económicas, sociais e organizacionais, de forma a encontrar uma estratégica terapêutica politica e administrativa, para uma politica autárquica , que há mais de uma dùzia de anos, está a coarctar a possibilidade de entidades publicas e privadas, beneficiarem dos fundos comunitários, dos Quadros Comunitários de Apoio, e a realização de projectos estruturantes, lançando o concelho do Bombarral, para os ultimos lugares do ranking regional e distrital do desenvolvimento..
O próximo executivo camarário Bombarralense, necessita urgentemente de activar uma permanente e informada acção politica, junto dos foros políticos regionais e nacionais, de forma a reabilitar o prestigio que outrora já granjeou, tem de voltar a ser um concelho respeitado, onde as pessoas tenham orgulho em viver e trabalhar.
Os Bombarralenses precisam de uma câmara municipal, que apoie a criação de empresas, que apoie a criação de emprego, que ajude a criar condições para fixar a sua população activa., que tenha em atenção a população jovem e os mais idosos.
Para que estes desideratos sejam possíveis, não é preciso fazer grandes estudos económicos ou exercícios matemáticos, é preciso conhecer o concelho, as necessidades básicas da população, ter competências técnicas e humanas para aprender com os mais humildes e com aqueles que tiveram o privilégio de se sentar nos bancos da universidade.
Deve começar pelas coisa simples, como tal muito importantes, os recursos humanos. Ser funcionário municipal tem de ser uma profissão de prestigio junto da população. Como ninguém nasce ensinado, os funcionários municipais devem ter acesso a formação especifica, para poderem desempenhar funções e tarefas especificas..
Devem ter formação especifica, para melhorarem o atendimento em geral, e porque não em funções especificas, no Turismo, na Mata Municipal, no Palácio do Gorjão, nas Secções de Obras, Contabilidade, Recursos Humanos, Serviços Administrativos, Apoio Social, Cultura, Desporto, Educação.... de forma a evitar os actuais conflitos na organização da pirâmide hierárquica.
O novo executivo camarário, depois de proporcionar melhores condições de trabalho aos recursos humanos, deve procurar organizar as valências estruturais e organizacionais ligadas ao meio empresarial.. Deve criar estruturas de apoio ao cidadão empreendedor e ás empresas residentes, começando por disponibilizar terrenos e agilizar os processos formais, facilitando a implantação de novas empresas, gerando mais empregos e novas dinâmicas no comércio , serviços, agricultura e industrias ligeiras..
O novo executivo camarário, não se pode esquecer de uma pesada herança. Que o concelho do Bombarral possui, uma população rural envelhecida, vitima de politicas agrícolas erradas, prisioneiras de desumanas teorias economicistas, executadas por ilustres alunos/professores de uma União Europeia qualquer, onde os mercados sem regulação deixaram de respeitar os produtores agrícolas na sua dignidade como pessoas.( Tem de definir uma estratégia de apoio á sua cultura ancora, a Pêra Rocha.)
Esta teoria do mercado livre, obriga os produtores a venderem as suas produções abaixo dos custos de produção, a preços de há vinte anos, enquanto os factores de produção ( adubos, pesticidas, fungicidas, maquinas, gasóleo,…aumentam sem controle seis a sete vezes mais, e na pirâmide social, com influencia no crédito bancário…..ocupam os últimos lugares, ficando no limiar da sobrevivência, com dificuldades em garantirem as necessidades básicas.
Esta situação socioeconómica, faz com que o concelho do Bombarral, na actualidade, seja demograficamente uma Terra maioritariamente povoada por pessoas idosas, na sua maioria são pequenos e médios agricultores, que sem sair da escala oestina, cujas reformas por serem tão pequenas e a falta de rendimento das suas parcelas agrícolas, os estão a lançar nas fronteiras da pobreza.
È legitimo, que os cidadãos exijam aos novos autarcas, empenhamento para inverter este estado de coisas, der forma a garantir o futuro profissional dos jovens na terra que os viu nascer e junto dos seus idosos familiares.
Mas para que isto seja possível, é fundamental que o novo executivo camarário, apanhe as carruagens da frente do comboio politico regional, mas para tal, é necessário que possua competências técnicas e politicas. Porque, actualmente, o concelho do Bombarral não tem qualquer importância politica nas instituições politicas regionais e muito menos a nível nacional.
Esta pouca importância politica, são o principal estrangulamento na aprovação de projectos apresentados pelas instituições publicas e privadas, nos foros competentes , estão órfãs de uma retaguarda politica credível e empreendedora..
Tem necessariamente de identificar as suas fragilidades económicas, sociais e organizacionais, de forma a encontrar uma estratégica terapêutica politica e administrativa, para uma politica autárquica , que há mais de uma dùzia de anos, está a coarctar a possibilidade de entidades publicas e privadas, beneficiarem dos fundos comunitários, dos Quadros Comunitários de Apoio, e a realização de projectos estruturantes, lançando o concelho do Bombarral, para os ultimos lugares do ranking regional e distrital do desenvolvimento..
O próximo executivo camarário Bombarralense, necessita urgentemente de activar uma permanente e informada acção politica, junto dos foros políticos regionais e nacionais, de forma a reabilitar o prestigio que outrora já granjeou, tem de voltar a ser um concelho respeitado, onde as pessoas tenham orgulho em viver e trabalhar.
Os Bombarralenses precisam de uma câmara municipal, que apoie a criação de empresas, que apoie a criação de emprego, que ajude a criar condições para fixar a sua população activa., que tenha em atenção a população jovem e os mais idosos.
Para que estes desideratos sejam possíveis, não é preciso fazer grandes estudos económicos ou exercícios matemáticos, é preciso conhecer o concelho, as necessidades básicas da população, ter competências técnicas e humanas para aprender com os mais humildes e com aqueles que tiveram o privilégio de se sentar nos bancos da universidade.
Deve começar pelas coisa simples, como tal muito importantes, os recursos humanos. Ser funcionário municipal tem de ser uma profissão de prestigio junto da população. Como ninguém nasce ensinado, os funcionários municipais devem ter acesso a formação especifica, para poderem desempenhar funções e tarefas especificas..
Devem ter formação especifica, para melhorarem o atendimento em geral, e porque não em funções especificas, no Turismo, na Mata Municipal, no Palácio do Gorjão, nas Secções de Obras, Contabilidade, Recursos Humanos, Serviços Administrativos, Apoio Social, Cultura, Desporto, Educação.... de forma a evitar os actuais conflitos na organização da pirâmide hierárquica.
O novo executivo camarário, depois de proporcionar melhores condições de trabalho aos recursos humanos, deve procurar organizar as valências estruturais e organizacionais ligadas ao meio empresarial.. Deve criar estruturas de apoio ao cidadão empreendedor e ás empresas residentes, começando por disponibilizar terrenos e agilizar os processos formais, facilitando a implantação de novas empresas, gerando mais empregos e novas dinâmicas no comércio , serviços, agricultura e industrias ligeiras..
O novo executivo camarário, não se pode esquecer de uma pesada herança. Que o concelho do Bombarral possui, uma população rural envelhecida, vitima de politicas agrícolas erradas, prisioneiras de desumanas teorias economicistas, executadas por ilustres alunos/professores de uma União Europeia qualquer, onde os mercados sem regulação deixaram de respeitar os produtores agrícolas na sua dignidade como pessoas.( Tem de definir uma estratégia de apoio á sua cultura ancora, a Pêra Rocha.)
Esta teoria do mercado livre, obriga os produtores a venderem as suas produções abaixo dos custos de produção, a preços de há vinte anos, enquanto os factores de produção ( adubos, pesticidas, fungicidas, maquinas, gasóleo,…aumentam sem controle seis a sete vezes mais, e na pirâmide social, com influencia no crédito bancário…..ocupam os últimos lugares, ficando no limiar da sobrevivência, com dificuldades em garantirem as necessidades básicas.
Esta situação socioeconómica, faz com que o concelho do Bombarral, na actualidade, seja demograficamente uma Terra maioritariamente povoada por pessoas idosas, na sua maioria são pequenos e médios agricultores, que sem sair da escala oestina, cujas reformas por serem tão pequenas e a falta de rendimento das suas parcelas agrícolas, os estão a lançar nas fronteiras da pobreza.
È legitimo, que os cidadãos exijam aos novos autarcas, empenhamento para inverter este estado de coisas, der forma a garantir o futuro profissional dos jovens na terra que os viu nascer e junto dos seus idosos familiares.
Mas para que isto seja possível, é fundamental que o novo executivo camarário, apanhe as carruagens da frente do comboio politico regional, mas para tal, é necessário que possua competências técnicas e politicas. Porque, actualmente, o concelho do Bombarral não tem qualquer importância politica nas instituições politicas regionais e muito menos a nível nacional.
Esta pouca importância politica, são o principal estrangulamento na aprovação de projectos apresentados pelas instituições publicas e privadas, nos foros competentes , estão órfãs de uma retaguarda politica credível e empreendedora..
terça-feira, 18 de agosto de 2009
AUTARCAS e CIDADNIA
Estamos a viver um período de grande impacto social, as eleições. Refiro – me principalmente ás eleições autárquicas, uma vez que integram cidadãos locais, quanto ás legislativas, algumas vezes não se conhecem os candidatos.
As eleições autárquicas determinam a constituição de listas á câmara municipal, assembleia municipal e juntas de freguesia.
È um desempenho grupal de grande significado democrático, onde as pessoas se comprometem perante as comunidades locais, em dar uma expressão sublime ao exercício da cidadania.
Mobilizam – se amigos, conhecidos, ate se resolvem algumas desentendimentos, mas as listas a todo custo tem de ser constituídas. A interacção entre o mal e o bem é um perigo latente, para o desempenho da cidadania dentro de uma perspectiva democrática.
São constituídas listas, juntam – se pessoas, competências, vontades e até habilidades, logo o diabo espreita, mas, são riscos suportados pelo exercício da democracia.
Cada cidadão tem a obrigação de votar, até em branco, e o direito de aceitar a participação na lista que merece a sua confiança.
Cada cidadão tem o direito de fazer campanha, promover as listas, que merecem a sua simpatia e confiança.
Cada lista tem obrigação de apresentar e promover um programa, que identifique as fragilidades e potencialidades concelhias.
Cada lista tem o direito de questionar anteriores gestões autárquicas, e apresentar erros.
Cada lista tem a obrigação de apresentar programas com soluções alternativas.
Os candidatos a autarcas no regime democrático, tem a obrigação de ser um exemplo de cidadania. Sem esquecer os interesses do concelho do Bombarral, devem pugnar, lutar, pelas propostas e convicções manifestadas pelas suas listas.
Mas, não devem menosprezar e considerar como inimigos, os cidadãos que apoiam ou integram as outras listas.
Em principio, todos de acordo com as suas competências e possibilidades, pretendem o melhor para o concelho do Bombarral.
Num concelho, com graves défices de informação e conhecimento, ideias, planos, bom senso, dialogo...., nunca são demais.
Uns são melhores que os outros, talvez, mas só ás pessoas, enquanto cidadãos, através do direito regimental do voto, competem definir, quais são os mais capazes para merecerem a sua confiança.
È uma eleição, só um acto de cidadania, participam todos, ganha só um, no futuro que ganhem todos os Bombarralenses.
As eleições autárquicas determinam a constituição de listas á câmara municipal, assembleia municipal e juntas de freguesia.
È um desempenho grupal de grande significado democrático, onde as pessoas se comprometem perante as comunidades locais, em dar uma expressão sublime ao exercício da cidadania.
Mobilizam – se amigos, conhecidos, ate se resolvem algumas desentendimentos, mas as listas a todo custo tem de ser constituídas. A interacção entre o mal e o bem é um perigo latente, para o desempenho da cidadania dentro de uma perspectiva democrática.
São constituídas listas, juntam – se pessoas, competências, vontades e até habilidades, logo o diabo espreita, mas, são riscos suportados pelo exercício da democracia.
Cada cidadão tem a obrigação de votar, até em branco, e o direito de aceitar a participação na lista que merece a sua confiança.
Cada cidadão tem o direito de fazer campanha, promover as listas, que merecem a sua simpatia e confiança.
Cada lista tem obrigação de apresentar e promover um programa, que identifique as fragilidades e potencialidades concelhias.
Cada lista tem o direito de questionar anteriores gestões autárquicas, e apresentar erros.
Cada lista tem a obrigação de apresentar programas com soluções alternativas.
Os candidatos a autarcas no regime democrático, tem a obrigação de ser um exemplo de cidadania. Sem esquecer os interesses do concelho do Bombarral, devem pugnar, lutar, pelas propostas e convicções manifestadas pelas suas listas.
Mas, não devem menosprezar e considerar como inimigos, os cidadãos que apoiam ou integram as outras listas.
Em principio, todos de acordo com as suas competências e possibilidades, pretendem o melhor para o concelho do Bombarral.
Num concelho, com graves défices de informação e conhecimento, ideias, planos, bom senso, dialogo...., nunca são demais.
Uns são melhores que os outros, talvez, mas só ás pessoas, enquanto cidadãos, através do direito regimental do voto, competem definir, quais são os mais capazes para merecerem a sua confiança.
È uma eleição, só um acto de cidadania, participam todos, ganha só um, no futuro que ganhem todos os Bombarralenses.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
O BOMBARRAL ! CONCELHO com FUTURO !
O concelho do Bombarral nos ultimos anos parou no tempo, uma endémica passavidade nos órgãos de gestão política, estrangulou todas as oportunidades de desenvolvimento económico, debilitando os sectores produtivos, agricultura, comercio, serviços e industria.
O não aproveitamento dos fundos comunitários, a letargia face á criação de estruturas administrativas e fisícas, de modo a criar condições atractivas para manter actividades tradicionais e estratégicas , faz que na actualidade os agricultores abandonam o cultivo das as terras, as lojas e oficinas fecham, a pequena industria vai sobrevivendo com as encomendas exteriores e mantendo os empregos sem qualquer incentivo, o turismo nunca foi compreendido como importante, parece que anda mas...
Tem assistido á deslocalização de empresas para os concelhos limítrofes, por falta de condições de instalação no concelho do Bombarral, falta agilização na informação, recepção e aprovação da documentação necessária e faltam terrenos devidamente estruturados, o PDM é uma desculpa sem jeito, basta de desculpas, ´e preciso pôr as mãos á obra.
As populações do concelho do Bombarral, em idade activa, lamentavelmente são obrigadas a engrossar as estatísticas migratórias regionais, é só olhar e querer ver, o numero de autocarros expresso que partem todos os dias, cheios de pessoas para trabalhar nos concelhos limítrofes. È preciso querer ver, a necessidade de vários empresários e trabalhadores bombarralenses, em olharem para a emigração como solução existencial.
A memória histórica do concelho do Bombarral, evidencia a importância do vinho, na sua economia . A par da ocupação de pessoas e fixação de familias, armazenistas como, Abel Pereira da Fonseca, José Barardo, Pereiras Bernardinos, Patuleias e Patuleias, Sá Dias e Filho...levaram o nome do Bombarral, aos quatro cantos do mundo.
Actualmente, a Pera Rocha, Bacelo e Horticolas, são as culturas agricolas com maior ocupação de pessoas no concelho.
È importante, é fundamental para a promoção global do concelho do Bombarral, abrir um canal de dialogo e cooperação entre a Câmara Municipal do Bombarral e duas empresas ancora do turismo concelhio, A Quinta do Lòrido e a Companhia Agricolas do Sanguinhal. A suas valencias na área do enoturismo e do vinho de qualidade, são referencias obrigatórias do Bombarral do futuro
A capacidade de mobilização de fluxos demográficos da Quinta do Lórido, obriga necessariamente o futuro executivo camarário a estabelecer um protocolo de cooperação, e a definir um projecto de requalificação na margem Norte do Rio Real, de forma a criar percursos em ambiente rural, pedonais e viários, entre vinhedos e pomares.
Esta interacção entre a vila do Bombarral e a Quinta dos Lóridos é fundamental para o seu desenvolvimento, a Mata Municipal, o Palácio do Gorjão, o Teatro Eduardo Brasão, a sede do Bombarralense, a sede do Circulo de Cultura Musical Bombarralense, o Pavilhão Desportivo ...as adegas da Companhia Agrícola do Sanguinhal, as centrais fruteiras, adega Cooperativa, vinhedos, pomares, campos de bacelo e hortícolas, floresta, a requalificação do Picoto e das instalações de IVV, no Cintrão, esperam. Mas, atenção, é preciso começar por ordenar o transito no interior da vila do Bombarral e construir um parque de estacionamento para autocarros e caravanas.
quinta-feira, 9 de julho de 2009
Peras Rochas.. Comercio..Emprego e Autarquicas
Em período de pré – eleitoral autárquico, o concelho do Bombarral, espera por novos actores no desempenho de funções autárquicas, que o coloquem nos trilhos do desenvolvimento e consequentemente na criação de empregos, captação e fixação de empresas.
Os futuros autarcas que venham ocupar as cadeiras do poder na Câmara Municipal do Bombarral, devem possuir competências técnicas e humanas para gerar dinâmicas interactivas com os técnicos e funcionários camarários, populações e organizações da sociedade civil, de forma a implementar um modelo de gestão ajustado ás necessidades e assimetrias concelhias, procurando eliminar estrangulamentos estruturais provocados por políticas autárquicas erradas, há mais de uma dúzia de anos
Tem de apoiar a agricultura, principalmente dois importantes segmentos sociais e económicos :.
- As empresas agricolas com dimensão económica para continuarem a sua missão de produzirem numa escala empresarial, e prosseguirem na consolidação de estratégias comerciais perante os mercados internos e em particular na pesquisa e penetração nos mercados emergentes da exportação.
As pequenas e micro – empresas agricolas ( dita agricultura familiar), que constituem maioritáriamente o tecido agrícola produtivo concelhio, geram produtos de alta qualidade, potenciam a consolidação de empregos, a fixação de pessoas ao meio e recursos humanos qualificados para desempenharem tarefas a tempo inteiro ou parcial, no meio empresarial local e regional..
Tem de definir e elaborar uma estratégia de apoio á promoção da Pera Rocha, vinho, horticultura, e bacelo, como culturas ancora do desenvolvimento agrícola e turístico do Mundo Rural concelhio..
Tem de criar um "Ninho de Empresas", de forma a proporcionar o apoio ás empresas residentes e a todas aquelas que se qeiram instalar. O concelho do Bombarral deve apostar nas industrias agro – alimentares e em tecnologias inovadoras limpas.
O futuro elenco camarário bombarralense tem de procurar reduzir os efeitos negativos, de um erro histórico cometido pelos ultimos executivos camarários, o desaproveitamento das vantagens energéticas, económicas e ambientais proporcionadas pelas energias renováveis.
A Câmara Municipal e a Assembleia Municipal do Bombarral, ao não apostarem na Energia Eólica( Moinhos Gigantes) perderam uma generosa fonte de receita para a autarquia e proprietários dos terrenos onde poderiam ser instaladas as torres de suporte aos mesmos.
A futura Câmara Municipal do Bombarral, tem de possuir as competências técnicas e de gestão, para criar uma estrutura organizacional de apoio á implementação das energias renováveis, de forma a criar condições para a utilização das micro – eólicas, mini – eólicas e fotovoltáicas, nos edifícios publicos, centrais fruteiras, estufas, adegas e armazéns agricolas, produção agrícola, comércio, industria, turismo e parque residencial...retirando daí as vantagens energéticas e ambientais que estas tecnologias permitem.
A futuro executivo camarário concelhio, ao de criar condições e promover a imagem de que é " Bom Viver e Trabalhar no Concelho do Bombarral", motivando a fixação de pessoas e empresas no seu território, está a contribuir decisivamente para a dinamização do comércio tradicional, industria e serviços.
terça-feira, 23 de junho de 2009
O Bombarral Presente e Futuro
O concelho de Bombarral passa por uma crise económica cujas consequências a curto prazo começam a ser graves e podem hipotecar o seu desenvolvimento futuro.
O seu desenvolvimento futuro está condicionado pela capacidade dos seus responsáveis autárquicos, em observarem com realismo os estrangulamentos económicos e sociais, que coartam as oportunidades e estimulam as ameaças á integração e participação no quadro conjuntural a nível Nacional e transnacional.
Actualmente, o Bombarral pode orgulhar – se da sua história, possui um património a utilizar no presente, projectando o futuro. Foi e é um concelho cuja economia depende quase exclusivamente da agricultura.
Esta depende em grande escala da produção de Pêra Rocha, na sua maioria através do pomar de sequeiro, á primeira vista uma fragilidade devido aos défices hídricos concelhios, mas porque não transformá - la numa mais valia em termos de Marketing de Qualidade, apoiado pelos requisitos qualitativos da Segurança Alimentar, produtos agrícolas e agro – alimentares produzidos com menor quantidade de agroquimicos, uma porta aberta para a criação de nichos de produção mais saudável e de novos mercados, á porta do Modo Biológico.
O comercio tradicional passa por momentos muito difíceis, as zonas nobres da vila, a rua do Comercio, o Largo da Igreja, a Praça da Republica, a Praça do Município, …..cada vez tem mais lojas vazias.
È preciso renovar, é preciso recuperar a dinâmica comercial de outrora, mas como? Será que os comerciantes tem que fazer obras, remodelarem os seus estabelecimentos e passarem a vender produtos de qualidade superior, a quem ?
A população residente cada vez tem menos rendimento, os agricultores, os pequenos comerciantes, industriais e prestadores de serviços, cada dia que passa, desfrutam de menor poder de compra. A crise está á porta, ou a Economia, não é uma permuta de bens ?
Mas, afinal o Bombarral está condenado ao endémico fracasso? Penso que não! Basta olhar para outros concelhos limítrofes.
A região do concelho do Bombarral, possui valiosas potencialidades naturais e de património edificado. A vila do Bombarral e o seu concelho tem uma situação geográfica privilegiada, a 45 minutos de Lisboa e Leiria, pertíssimo das praias da Nazaré, S. Martinho do Porto, Foz do Arelho, Baleal, Peniche, Consolação, Areia Branca Sta Cruz, Ericeira, Cascais e acessibilidades como nunca, para o resto do País e Europa.
Mas, afinal com estas condições, o que precisa o Bombarral? Que a nível autárquico, seja definida um estratégia de mobilização da sociedade civil e de apoio e promoção ás actividades económicas consideradas ancoras para o seu desenvolvimento económico e social sustentado.
Tem de ser feito um levantamento das potencialidades a nível da agricultura, comercio, industria, cultura, turismo, educação…, e de recursos humanos naturais ou residentes no Bombarral, a desempenhar funções, profissionais, técnicas, empresariais ou politicas no Pais e estrangeiro, e convidá – los a participar na recuperação económica e social da sua Terra.
O Bombarral não tem emigrantes? As suas comunidades por esse Mundo fora, não são uma mais valia para o Bombarral? A geminação com os Países Lusófonos, não tem interesse? Talvez tenha para abrir e consolidar caminhos a negócios e circulação de pessoas, em Angola, Moçambique, Cabo Verde , Brasil…
O concelho do Bombarral tem de encontrar os trilhos do desenvolvimento actual. Tem de criar condições para aproveitar o seu património, facilitando a instalação no seu território de empresas e pessoas, e consequentemente riqueza e emprego, factores fundamentais para dinamizar o comércio tradicional e a economia concelhia em geral.
Cada vez é mais urgente e importante a Câmara Municipal do Bombarral, definir e estabelecer uma politica de solos e de ordenamento do território, alterando o PDM, disponibilizando terrenos públicos e privados, para instalar empresas e pessoas, aproveitando as suas potencialidades endógenas e dando corpo á procura, em inicio de um Quadro Comunitário de Apoio.
Senão é vê – los a instalarem – se nos concelhos limítrofes amigos.
Subscrever:
Mensagens (Atom)